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Comentário: Pensão por morte decorrente de vítima da Covid-19
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Saiba mais: Casa de praia – Empregada doméstica
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Comentário: Aposentadoria e as mudanças nas regras de transição dos professores
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Saiba mais: Consulta ao SPC – Serasa Contratação
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Comentário: BPC e pensão por morte
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Saiba mais: Multa milionária – Produtora de grãos
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Comentário: TNU e a fungibilidade entre o benefício assistencial e os benefícios por incapacidade
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Saiba mais: Abandono do posto – Vigilante assaltado
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Comentário: INSS e o pagamento das diferenças dos auxílios-doença antecipados
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Saiba mais: WhatsApp – Pedido de demissão de grávida

Comentário: Pensão por morte decorrente de vítima da Covid-19

Na sexta-feira, dia 4 de dezembro de 2020, o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) atualizou os números diários sobre a pandemia do novo coronavírus no Brasil. Segundo os últimos dados, até aquela data, o país já contava com 6.533.968 casos confirmados e 175.964 mortes pela Covid-19.   
O cônjuge ou o companheiro (a) que teve a dor de perder o marido/esposa ou o companheiro (a) para a covid-19, mas que o falecido (a) era aposentado ou segurado da Previdência Social terá direito à pensão por morte paga pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Mas, é preciso estar atento para as novas regras impostas pela reforma da Previdência, as quais podem reduzir o valor do benefício.
O valor mensal da pensão por morte se houver apenas um dependente, será de 60% do valor da aposentadoria que o segurado recebia ou daquela a que teria direito se estivesse aposentado por invalidez na data de seu falecimento. Contudo, se houver prova de que a morte decorreu de acidente de trabalho, o percentual será de 100%.
Assim sendo, se o segurado faleceu em razão da contração da covid-19 no trabalho, cabe à empresa emitir o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT). Se houver negativa pode ser acionada a justiça.

Saiba mais: Casa de praia – Empregada doméstica

Reprodução: Pixabay.com

A 8ª Turma do TST rejeitou o recurso de uma empregadora doméstica contra a decisão que a condenou a registrar carteira de trabalho de uma empregada doméstica contratada para trabalhar em sua casa de praia. Para a maioria dos ministros restou observado que o TRT9 foi enfático ao reconhecer a continuidade na prestação de serviços em quatro passagens distintas da decisão, após examinar minuciosamente as provas.

Comentário: Aposentadoria e as mudanças nas regras de transição dos professores

A reforma da Previdência impôs regras de transição a serem alteradas anualmente para a aposentadoria dos professores.
A regra geral passou a exigir idade mínima de 57 anos, mulheres, e 60 anos, homens, e 25 anos de contribuição, homens e mulheres, na função de magistério na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio.
As 3 regras de transição da aposentadoria dos professores exigem sempre 25 anos de contribuição, se mulher, e 30 anos, se homem, em efetivo exercício nas funções de magistério na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio: Regra de transição no sistema de pontos: Somatório da idade e do tempo de contribuição, incluídas as frações, equivalente a 83 pontos, se mulher, e 93 pontos, se homem. Regra de transição Tempo de contribuição mais idade mínima: Idade de 51 anos, se mulher, e 56 anos, se homem, e tempo mínimo de contribuição. Regra do Pedágio de 100% do tempo faltante: Idade de 52 anos, se mulher, e 55 anos, se homem, tempo mínimo de contribuição e cumprimento do período adicional correspondente a 100% do tempo que, na data da entrada em vigor da EC 103, faltava para completar 25 anos de contribuição, se mulher, e 30 anos de contribuição, se homem.

Saiba mais: Consulta ao SPC – Serasa Contratação

A Nestlé foi condenada pela 2ª Turma do TST por dano moral coletivo por realizar consultas prévias a serviços de proteção ao crédito (SPC e Serasa) sobre candidatos a vagas de emprego. Para a Turma, trata-se de conduta discriminatória, pois a situação creditícia do candidato não tem nenhuma relação com suas qualidades ou habilidades profissionais, não se destinando à consulta prévia de trabalhador a ser contratado, o que caracteriza conduta claramente discriminatória e reprovável.

Comentário: BPC e pensão por morte

Indagação sempre presente diz respeito em saber se o detentor do Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) tem direito à pensão por morte?
A lei determina que o BPC/LOAS não pode ser acumulado com qualquer outro benefício no âmbito da seguridade social ou de outro regime, salvo os da assistência médica e da pensão especial de natureza indenizatória.
Já a IN 77/2015, em seu artigo 532 dita: O titular de Benefício de Prestação Continuada e de renda mensal vitalícia que requerer benefício previdenciário deverá optar expressamente por um dos dois benefícios, cabendo ao servidor do INSS prestar as informações necessárias para subsidiar a decisão do beneficiário sobre qual o benefício mais vantajoso.
A primeira análise será verificar se o titular do BPC/LOAS era dependente do segurado que faleceu aposentado ou não. Em seguida deve-se apurar se ele é dependente único, eis que, a pensão por morte não pode ter valor inferior a um salário mínimo. No entanto, se houver mais de um dependente a pensão deverá ser rateada em valor igual para cada um dos dependentes.
Se ele for dependente único e a pensão sendo de apenas um salário mínimo já será mais vantajosa pelo acréscimo do 13º salário. Se for superior ao valor de um salário mínimo dependerá do valor da cota que lhe caberá.

Saiba mais: Multa milionária – Produtora de grãos

A SDI-2 do TST julgou improcedente a ação rescisória ajuizada pela Terra Santa Agro (ex Brasil Biodiesel), condenada a pagar multa penal de R$ 5 milhões pela dispensa de um ex-gerente da Coopercompras, incorporada por ela. Segundo a empresa, o valor atualizado da multa é de cerca de R$ 19 milhões. Receosa de que o ex-gerente da Coopercompras, adquirida pela Brasil Biodiesel atuasse no mercado concorrente, ele foi contratado como gerente de agricultura intensiva, pelo prazo mínimo de 5 anos, com salário de R$ 17 mil.

Comentário: TNU e a fungibilidade entre o benefício assistencial e os benefícios por incapacidade

No dia 21 de agosto de 2020, a Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU) fixou Tese a respeito do Tema 217, que tem como questão submetida a julgamento “saber, em relação aos benefícios administrados pelo INSS, se é possível conhecer em juízo de pedido de benefício diverso do efetivamente requerido na via administrativa.”
A tese firmada foi a seguinte: Em relação ao benefício assistencial e aos benefícios por incapacidade, é possível conhecer de um deles em juízo, ainda que não seja o especificamente requerido na via administrativa, desde que preenchidos os requisitos legais, observando-se o contraditório e o disposto no artigo 9º e 10 do CPC.
O que o julgamento deixou assentado é que é possível a concessão de benefício diverso do requerido, fundamentado no princípio da fungibilidade, cite-se como exemplo, ser efetuado o pedido de auxílio-doença pelo não detentor da qualidade de segurado,  devendo ser concedido o Benefício de Prestação Continuada (BPC) se o requerente preenche os requisitos para gozo deste. Segundo a Instrução Normativa nº 77/2015, art. 587, o INSS deve conceder o melhor benefício a que o segurado fizer jus, cabendo ao servidor orientar nesse sentido.

Saiba mais: Abandono do posto – Vigilante assaltado

O vigilante que prestava serviços como terceirizado foi assaltado. Ele relatou que, no momento do fato, estava desarmado, foi ameaçado de morte e não pode se comunicar com seu superior, pois teve o celular levado pelos assaltantes. O vigilante admitiu que, após a situação de estresse, por se sentir muito nervoso, foi para casa e, somente depois entrou em contato com a empresa. O TST manteve a decisão de segundo grau de afastamento da justa causa.

Comentário: INSS e o pagamento das diferenças dos auxílios-doença antecipados

No dia 23 passado, o Diário Oficial da União publicou a autorização para a quitação das diferenças do auxílio-doença antecipado concedido em razão da pandemia do novo coronavírus até o dia 31 de outubro.
Também, no último dia 24, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que iniciará a revisão automática para saldar as diferenças.
O segurado com direito ao recebimento de diferenças será informado por meio de carta enviada pelo INSS da execução do recálculo e do valor a ser recebido.
Foi de 1,1 milhão o total de pagamentos antecipados, sendo que mais de 600 mil beneficiados entrarão na análise desse lote. De acordo com o INSS, a divulgação do número de segurados ainda aguarda o processamento das revisões. Em outubro o INSS já havia autorizado a revisão e o pagamento das diferenças para 497 mil segurados que tiveram a antecipação concedida até 2 de julho desse ano.
A antecipação do auxílio-doença, devido ao fechamento das Agências da Previdência e suspensão das perícias presenciais, está entre as diversas medidas adotadas pelo governo para amenizar os efeitos da pandemia no país, houve a antecipação de R$ 1.045,00 para auxílios cujas concessões ocorriam por meio da análise de laudos médicos enviados virtualmente.

Saiba mais: WhatsApp – Pedido de demissão de grávida

Reprodução: Pixabay.com

Em conformidade com a jurisprudência do TST a 5ª Turma decidiu que a garantia constitucional de estabilidade provisória no emprego da gestante não abrange o pedido de demissão.  Uma vendedora de loja de roupas, que pediu demissão por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp sem saber que estava grávida, tentava rediscutir o caso no TST por meio de agravo, mas o apelo foi rejeitado pelo colegiado. Já havia sido reconhecido no TRT3 que o contrato foi rompido sem nenhum vício de consentimento.

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