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Comentário: Atividade especial e o valor da aposentadoria por idade
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Saiba mais: Depressão relacionada ao trabalho – Vendedora
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Comentário: Estrangeiro residente no Brasil e o Benefício Assistencial – BPC
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Saiba mais: Jovem aprendiz – Acidente fora da sua função
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Comentário: Câncer de mama e a aposentadoria da pessoa com deficiência
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Saiba mais: Críticas à gestão sindical – Filiação de professora negada
7
Comentário: Pensão por morte com recebimento de atrasados desde o óbito
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Saiba mais: Trabalhador rural exposto a calor excessivo – Pausas
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Comentário: Aposentadoria dos ACS e ACE com novas regras
10
Saiba mais: Grávida – Obr­­igada a vomitar em lata de lixo

Comentário: Atividade especial e o valor da aposentadoria por idade

Imagem / TRF4

A Turma Regional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais da 4ª Região (TRU/JEFs) julgou um processo previdenciário e, decidiu que o tempo adicional resultante da conversão de atividade especial em comum deve ser considerado no cálculo do fator previdenciário da aposentadoria por idade.
A decisão foi em um pedido de uniformização de um segurado do INSS. Ele buscava incluir o acréscimo decorrente da conversão de tempo especial em comum no cálculo de sua aposentadoria por idade.
Ao analisar o caso, a TRU reconheceu que existe distinção normativa entre a apuração do coeficiente de cálculo da aposentadoria por idade (art. 50 da Lei nº 8.213/1991) e o cômputo do fator previdenciário (art. 29, I e § 7º, da Lei nº 8.213/1991).
Conforme destacou a juíza federal Marina Vasques Duarte, relatora do acórdão na TRU, “enquanto o art. 50 da Lei nº 8.213/1991 exige o número efetivo de contribuições recolhidas para a majoração do coeficiente da renda mensal inicial, impedindo o cômputo de tempo ficto, a fórmula do fator previdenciário considera expressamente o tempo de contribuição do segurado”.
Foi fixada a seguinte tese:  “O acréscimo decorrente da conversão de tempo de serviço especial em comum gera reflexos na apuração do fator previdenciário da aposentadoria por idade”.

Saiba mais: Depressão relacionada ao trabalho – Vendedora

Imagem / Site ElevaLife

A 3ª Turma do TST manteve a condenação da Claro ao pagamento de R$ 80 mil de indenização a uma vendedora que desenvolveu transtornos psiquiátricos associados às condições do ambiente de trabalho. Foi entendido que havia relação entre a atividade profissional e a doença, além de assédio moral. Sua principal função era atender diretamente ao público. Segundo seu relato, ela enfrentava constantes reclamações de clientes pela falta de estrutura da empresa e era submetida a humilhações e cobranças excessivas de metas.

Comentário: Estrangeiro residente no Brasil e o Benefício Assistencial – BPC

Imagem / Site Jusbrasil

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) interpôs Recurso Extraordinário RE 587970 no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando decisão que o condenou a conceder o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) a uma italiana residente no Brasil há mais de cinco décadas.
Por unanimidade, o STF decidiu que a condição de estrangeiro residente no Brasil não impede o recebimento do BPC, pago pelo INSS às pessoas com deficiência e aos idosos que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou ter o sustento provido por sua família, desde que atendidos os requisitos necessários para a concessão.
O recurso extraordinário tem repercussão geral reconhecida, o que significa que o entendimento firmado pelo STF deve ser aplicado pelas demais instâncias do Poder Judiciário a processos semelhantes. A tese de repercussão geral aprovada é a seguinte: “Os estrangeiros residentes no país são beneficiários da assistência social prevista no artigo 203, inciso V, da Constituição Federal, uma vez atendidos os requisitos constitucionais e legais”.
A ministra Rosa Weber concordou que a nacionalidade brasileira não pode ser requisito para a concessão do benefício, e que a interpretação da legislação infraconstitucional precisa ser feita “sempre à luz do norte constitucional”.

Saiba mais: Jovem aprendiz – Acidente fora da sua função

Arte / Ápice Vertuical

A 3ª Turma do TRT12 condenou uma revenda de veículos ao pagamento de indenização no valor de R$ 55 mil por danos morais, R$ 55 mil como pensão vitalícia e R$ 20 mil por danos estéticos, totalizando R$ 130 mil. A indenização será paga a um jovem aprendiz de 16 anos, contratado como auxiliar de escritório, e que caiu de uma altura de 5m ao instalar uma faixa na fachada da loja. A perícia constatou sequelas no polegar esquerdo com redução da capacidade funcional, além de dano estético.

Comentário: Câncer de mama e a aposentadoria da pessoa com deficiência

Imagem / Site Atibaia
hoje

A luta contra o câncer de mama pode deixar sequelas por anos ou definitivas, devido a própria doença, cirurgias ou tratamentos como quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e outros.
As cirurgias e tratamentos podem provocar sequelas causadoras de impactos físicos como inchaço crônico e perda de força ou redução da mobilidade dos braços; estéticas e psíquicas provocadas pelo impacto emocional e a barreira social que a retirada da mama pode causar; funcional: dificultando o dia a dia profissional em comparação com outras pessoas.
O próprio câncer de mama, em estágios avançados, ou, com mais frequência, os tratamentos realizados para combatê-lo, como cirurgias de esvaziamento axilar e radioterapia, podem provocar sequelas funcionais e deficiências físicas.
A mulher com câncer de mama será considerada pessoa com deficiência, quando as cirurgias e tratamentos deixarem sequelas de longo prazo, as quais criarão impedimentos/barreiras prejudiciais às suas atividades diárias e do trabalho.
Nas vantajosas aposentadorias da pessoa com deficiência a mulher se aposenta aos 55 anos de idade e no mínimo 15 anos de contribuição. Na aposentadoria por tempo de contribuição é exigido apenas 28, 24 ou 20 anos, dependendo da deficiência ser considerada leve, moderada ou grave.

Saiba mais: Críticas à gestão sindical – Filiação de professora negada

Imagem / Site Jornal Rondonia em questao

A 3ª Vara do Trabalho de Porto Velho determinou ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero) efetivar a filiação de uma professora da rede pública que teve seu pedido negado após participar de manifestações críticas à gestão da entidade. A decisão reconheceu que a recusa teve caráter discriminatório e retaliativo, contrariando o direito à liberdade sindical assegurado pela Constituição Federal e por normas internacionais de proteção ao trabalho. pelas partes.

Comentário: Pensão por morte com recebimento de atrasados desde o óbito

Reprodução / Advogado Aposentadoria

A 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve, de forma unânime, a sentença que condenou o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao pagamento retroativo das parcelas de pensão por morte à companheira do segurado falecido. A decisão determinou que o benefício seja pago desde a data do óbito, contrariando a regra geral que limita a retroação quando o pedido administrativo é feito após o prazo legal.
A relatora do processo afastou o argumento do INSS ao constatar que o núcleo familiar do segurado falecido era composto, além da companheira, por filhos menores absolutamente incapazes (menores de 16 anos). De acordo com o Código Civil brasileiro e a legislação previdenciária, não corre prescrição ou decadência contra os absolutamente incapazes.
A jurisprudência tem consolidado o entendimento de que, havendo dependentes menores, a proteção contra o transcurso do tempo se irradia para o núcleo familiar. Sendo assim, o direito ao recebimento das parcelas vencidas desde o fato gerador (o óbito) é garantido integralmente, beneficiando, por extensão e indivisibilidade do direito, a companheira que pleiteia o benefício em conjunto com os filhos.
No tocante a indivisibilidade, no caso à companheira e mãe, é um precedente de suma importância para auferir os valores desde o óbito.

Saiba mais: Trabalhador rural exposto a calor excessivo – Pausas

Imagem / Site Página 1 News

A 2ª Turma do TST condenou a Embrapa a pagar horas extras a um assistente que ficava exposto a uma temperatura de 30,6º e não fazia intervalos para recuperação térmica previstos nas normas de segurança do trabalho. Para o colegiado, o pagamento é devido mesmo quando o empregado já recebe adicional de insalubridade, pois as duas verbas têm finalidades diferentes. A duração das pausas varia conforme a temperatura e a intensidade do trabalho.

Comentário: Aposentadoria dos ACS e ACE com novas regras

Imagem / Site Mania de Saúde

A EC nº 140, promulgada em 16/10/2026, promoveu alterações relevantes nas regras previdenciárias dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate às Endemias (ACE), com repercussões no Regime Geral e Regimes Próprios. Resultou como regra permanente, idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos homens, provados 25 anos de tempo de contribuição e de efetivo exercício na atividade. Abrange servidores públicos e segurados do INSS.
Pelas regras de transição a idade mínima aumentará gradualmente até 2041, comprovados 25 anos de contribuição e de exercício na atividade: – 50 anos mulheres e 52 homens até o fim de 2030; – 52 anos mulheres e 54 homens até o fim de 2035; – 54 anos mulheres e 56 homens até o fim de 2040;- 57 anos mulheres e 60 homens a partir de 2041. A idade será reduzida em até 5 anos, conforme o tempo que ultrapassar os 25 anos exigidos.
Na regra de transição por pontos é exigido 60 anos para mulheres e 63 homens, 15 anos de tempo de contribuição, 10 anos de efetivo exercício na atividade e pontuação, soma de idade e tempo de contribuição, apurados com contagem dia a dia, de 83 pontos para mulheres e 86 pontos para homens.
Haverá integralidade e paridade para os vinculados ao RPPS e compensação para os vinculados ao INSS.
Aposentados poderão revisar a aposentadoria.

Saiba mais: Grávida – Obr­­igada a vomitar em lata de lixo

Imagem / Arte Migalhas

A 7ª Turma do TST aumentou para R$ 30 mil o valor da indenização que a Telefônica do Brasil e a Vikstar Contact Center terão de pagar a uma operadora de telemarketing. Grávida e com náuseas, ela era obrigada a vomitar em uma lata de lixo, levada pelo supervisor, para que os atendimentos não fossem interrompidos. Ela só podia ir ao banheiro autorizada pelo supervisor, e por apenas cinco minutos. Na gravidez, precisou ir mais vezes e, em razão dos enjoos, podia demorar mais do que isso.

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