CategoriaSaiba mais

1
Saiba mais: Gordofobia – Empregada desrespeitada
2
Saiba mais: Covid-19 – Morte de empregada
3
Saiba mais: Forma de punição – Lanche incompleto
4
Saiba mais: Periculosidade – Operadora de Call Center
5
Saiba mais: Epilepsia – Acidente de trabalho
6
Saiba mais: Lúpus Eritematoso Sistêmico – Reintegração
7
Saiba mais: Penhora de aposentadoria – Dívida trabalhista
8
Saiba mais: Plano de saúde de ex-empregado – Cancelamento
9
Saiba mais: Multas -Descumprimento de normas de saúde
10
Saiba mais: Enforcamento de cachorro – Prisão de empregado

Saiba mais: Gordofobia – Empregada desrespeitada

Uma loja de roupas femininas terá que pagar indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil a uma estoquista, vítima de gordofobia no ambiente de trabalho. Ela foi constrangida e desrespeitada por uma gerente e alguns colegas em razão da forma física. Ela afirmou que “possui um problema de saúde no estômago, que demanda a realização de cirurgia”. Em razão dessa condição pessoal, disse ter ouvido da gerente que ela receberia um uniforme de grávida, já que as roupas dela estavam “estourando”.

Saiba mais: Covid-19 – Morte de empregada

Reprodução: Pixabay.com

Um hospital foi condenado a pagar indenização por danos morais de R$ 150 mil à filha de uma auxiliar de enfermagem pela morte da mãe por Covid-19. A decisão é da juíza Alessandra Junqueira Franco, titular da Vara do Trabalho de Alfenas-MG. A auxiliar de enfermagem trabalhava desde 1988 no hospital e faleceu em 2020, após o agravamento da Covid-19. A trabalhadora pertencia ao grupo de risco e não foi afastada em momento crítico da pandemia (2020).

Saiba mais: Forma de punição – Lanche incompleto

Reprodução: Pixabay.com

A rede Burger King foi condenada a pagar indenização por danos morais por dar a empregado lanche incompleto para refeição como forma de puni-lo. O ato ocorria quando o trabalhador não conseguia atender a todos os clientes no tempo estipulado pelo supervisor da empresa. Em algumas ocasiões a carne ou a salada era retirada do lanche oferecido. Às vezes, era dado apenas o pão. Outro castigo foi a condução do trabalhador para câmara fria em razão de divergência com um chefe por assunto ligado a futebol.

Saiba mais: Periculosidade – Operadora de Call Center

A 5ª Turma do TST condenou a Call Tecnologia e Serviços a pagar adicional de periculosidade a uma operadora, porque as atividades da empregada são desenvolvidas em área de risco. Como no prédio onde a empresa funciona fica armazenado líquido inflamável em quantidade superior ao limite legal, o colegiado deferiu a parcela com base na Orientação Jurisprudencial 385, da SDI-1 do TST. O adicional de periculosidade de 30% é calculado sobre o salário básico.

Saiba mais: Epilepsia – Acidente de trabalho

A 7ª Turma do TST rejeitou recurso da Marfrig Frigoríficos contra condenação ao pagamento de indenização a um auxiliar de produção que, após ser atingido na cabeça pela carcaça de um boi, sofreu perda da consciência e processos convulsivos. O colegiado salientou que a decisão se baseou em laudos técnicos pedidos pela Justiça. Os laudos apontam nexo causal entre a epilepsia e o acidente com trauma craniano e evidências de que as sequelas estão diretamente relacionadas à lesão causada na cabeça do empregado.

Saiba mais: Lúpus Eritematoso Sistêmico – Reintegração

A 2ª Turma do TST decidiu restabelecer decisão de primeiro grau que reconheceu como discriminatória a dispensa de uma auxiliar administrativa acometida de lúpus da Fundação dos Economiários Federais – Funcef. Com a decisão, a Funcef deverá reintegrar a funcionária nas mesmas condições anteriores, pagando as parcelas devidas desde o afastamento irregular. A Súmula 443 do TST, presume como discriminatória a despedida de empregado portador de HIV ou de outra doença grave que cause estigma ou preconceito.

Saiba mais: Penhora de aposentadoria – Dívida trabalhista

Reprodução: Pixabay.com

A SDI-2 do TST garantiu a uma recepcionista a penhora mensal de 30% dos proventos de aposentadoria do seu ex-empregador para pagar a dívida trabalhista existente. De acordo com o colegiado, a legislação em vigor autoriza a penhora da aposentadoria, pois os créditos salariais possuem natureza alimentar. As empresas PHL Assessores, Consultores Associados PHL e Planet One Comércio Exterior foram condenadas a pagar diferenças salariais na ação ajuizada por uma recepcionista que prestou serviço às rés.

Saiba mais: Plano de saúde de ex-empregado – Cancelamento

Uma empresa de metalurgia e mineração foi condenada a pagar indenização por danos morais de R$ 10 mil a um ex-empregado por ter cancelado o plano de saúde durante tratamento do filho dele, que sofre de doença grave e crônica. A decisão é da 3ª Turma do TRT3 que confirmou o entendimento do juízo da Vara do Trabalho de que a conduta gerou “transtornos na esfera íntima e pessoal, em razão da incerteza da continuidade dos cuidados de que o filho do ex-empregado necessita”.

Saiba mais: Multas -Descumprimento de normas de saúde

A 8ª Turma do TST rejeitou recurso de microempresária que, como dona de obra foi condenada a pagar as multas aplicadas por auditor fiscal em razão do descumprimento de normas de segurança e medicina do trabalho no local dos serviços. Como responsável subsidiária, a dona da loja na qual a obra era realizada só pagaria a multa se o empreiteiro não a quitasse. Mas, empresas que contratam terceiros devem observar e velar pela observância das condições de trabalho dos empregados e dos prestadores.

Saiba mais: Enforcamento de cachorro – Prisão de empregado

O vice-presidente do STJ, ministro Jorge Mussi, no exercício da presidência, indeferiu o pedido de liminar para que fosse posto em liberdade o empregado de um pet shop de Maceió preso em janeiro sob a acusação de maus-tratos contra animais. O caso teve ampla repercussão nacional após a divulgação das imagens do empregado puxando com violência a coleira de um cão da raça shihtzu, por diversas vezes, durante a tosa. O animal morreu, e o funcionário foi preso em flagrante.