CategoriaSaiba mais

1
Saiba mais: Dança no Tik Tok – Perda de indenização trabalhista
2
Saiba mais: Jogador do Vasco – Rescisão indireta
3
Saiba mais: Bancário sequestrado – Indenização
4
Saiba mais: Dispensa no Brasil – Recontratação no exterior
5
Saiba mais: Contaminação pelo coronavírus – Frigorífico responsável
6
Saiba mais: Auditor fiscal do trabalho – Autuação e vínculo
7
Saiba mais: Diretor de cooperativa – Estabilidade provisória
8
Saiba mais: Assédio sexual pelo chefe – Rescisão indireta
9
Saiba mais: Aprovado em processo seletivo – Não contratação
10
Saiba mais: Dano existencial – Motorista de caminhão

Saiba mais: Dança no Tik Tok – Perda de indenização trabalhista

Reprodução: Pixabay.com

Uma trabalhadora ingressou com ação trabalhista pedindo o reconhecimento de vínculo empregatício de um período anterior ao que consta na carteira de trabalho, dano moral pela omissão do registro e dano moral por tratamento humilhante em ambiente de trabalho. Na vara do trabalho ela foi vitoriosa.  Mas teve a sentença revertida depois de fazer a postagem, com duas amigas que foram testemunhas na ação. Na legenda do vídeo, ela escreveu: “Eu e minhas amigas indo processar a empresa tóxica”. Elas foram condenadas por litigância de má-fé.

Saiba mais: Jogador do Vasco – Rescisão indireta

Reprodução: Pixabay.com

A Subseção II Especializada em Dissídios Individuais (SDI-2) do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o recurso do Club de Regatas Vasco da Gama contra decisão que havia autorizado a rescisão indireta do contrato de trabalho de Rafael Galhardo e liberado o atleta para se transferir para outro clube. O lateral direito havia obtido uma liminar em 2020 para a liberação de seu passe. A rescisão indireta foi autorizada com base na Lei Pelé pelo atraso de salários e não recolhimentos do FGTS.

Saiba mais: Bancário sequestrado – Indenização

Reprodução: Pixabay.com

A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a condenação da Caixa Econômica Federal (CEF) ao pagamento de indenização de R$ 100 mil a um bancário de Novo Repartimento (PA) que, junto com a família, ficou refém de criminosos que planejavam assaltar a agência bancária em que trabalhava. A CEF recorreu por considerar “exorbitante” o valor, mas, para o colegiado, ele é proporcional ao dano.

Saiba mais: Dispensa no Brasil – Recontratação no exterior

Um empregado que trabalhou até abril de 2011 no Brasil, foi despedido sem justa causa. No dia seguinte, foi contratado por uma empresa norte-americana do mesmo grupo econômico, e prestou serviço até 2014 nos Estados Unidos. De acordo com a 5ª Turma do TRT4, o segundo contrato de trabalho é nulo, tendo ocorrido um vínculo único com o grupo econômico. A decisão unânime do colegiado manteve, no aspecto, a sentença de primeiro grau.

Saiba mais: Contaminação pelo coronavírus – Frigorífico responsável

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A Justiça do Trabalho condenou um frigorífico a pagar uma indenização de R$ 5 mil a uma empregada que contraiu o coronavírus e adoeceu em maio de 2020, 3 meses após o registro do primeiro caso da doença no Brasil. Na visão da desembargadora-relatora Quézia Gonzales, do TRT12 a aglomeração de trabalhadores e falhas no protocolo de segurança permitem presumir que o meio laboral favoreceu o adoecimento da empregada, que precisou ficar 14 dias em casa.

Saiba mais: Auditor fiscal do trabalho – Autuação e vínculo

A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu que um auditor fiscal do trabalho tem competência para reconhecer a existência de relação de emprego e, por consequência, proceder à autuação da empresa e aplicar as multas decorrentes. Na interpretação do colegiado, o auditor possui atribuição funcional para avaliar a existência de vínculo empregatício nos estabelecimentos que fiscaliza, sem prejuízo da competência da Justiça do Trabalho.

Saiba mais: Diretor de cooperativa – Estabilidade provisória

O TRT1 condenou o Bradesco a reintegrar e indenizar um bancário, diretor comercial de cooperativa ligada à instituição, que foi dispensado durante a pandemia. Restou entendido que o trabalhador detém estabilidade por ocupar cargo de direção, além daquela decorrente do compromisso do banco com o movimento #NãoDemita, compromisso assumido por algumas empresas durante a pandemia para evitar desligamentos em seus quadros de pessoal por pelo menos dois meses.

Saiba mais: Assédio sexual pelo chefe – Rescisão indireta

O TRT4 determinou a rescisão indireta do contrato de uma trabalhadora que alegou ter sido assediada sexualmente pelo seu chefe. Como consequência, ela deve receber as verbas características desse tipo de rescisão contratual, além da baixa na carteira de trabalho e da expedição da documentação para recolhimento de seguro-desemprego e FGTS. Esse tipo de rescisão contratual é a chamada “justa causa do empregador” e ocorre quando a empresa comete uma falta grave.

Saiba mais: Aprovado em processo seletivo – Não contratação

A 7ª Vara do TRT21 condenou a DMA Distribuidora a pagar indenização por danos morais, no valor de R$ 3 mil, a candidato não contratado após passar por todas as fases do processo de seleção. A vaga era para o cargo de auxiliar de serviços gerais. Ele não foi contratado mesmo após ter passado por entrevistas, ser comunicado da sua aprovação e ter realizado o exame médico admissional, além da abertura de conta bancária e dos gastos com locomoção e preparo da documentação e baixa em uma empresa de sua propriedade.

Saiba mais: Dano existencial – Motorista de caminhão

A 7ª Turma do TRT3 acolheu parcialmente o recurso de um trabalhador para condenar a ex-empregadora a lhe pagar indenização por danos existenciais no valor de R$ 5 mil, por jornada de trabalho exaustiva. O profissional era motorista de caminhão em uma empresa de transporte. Relatórios de rastreamento comprovaram que ele se submetia a jornada exaustiva, em prejuízo ao direito de descanso e lazer do empregado, bem como ao convívio familiar e social.