CategoriaSaiba mais

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Saiba mais: Assédio eleitoral – MPT registra mais de 300 assédios
2
Saiba mais: Marmitas em condições precárias – Condenação
3
Saiba mais: Empresa têxtil – Descaracterização de força maior
4
Saiba mais: Agente de saúde – Devido adicional de insalubridade
5
Saiba mais: Equiparação salarial – Pagamento de diferenças
6
Saiba mais: Assédio sexual – Varejista ignora denúncia
7
Saiba mais: Carteiro dependente alcóolico – Dispensa por justa causa
8
Saiba mais: Uso de uniforme inadequado – Ameaça a trabalhadora
9
Saiba mais: Ordem para retirar barba e brinco – Indenização
10
Saiba mais: Frentista de posto de gasolina – Recebimento de nota falsa

Saiba mais: Assédio eleitoral – MPT registra mais de 300 assédios

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O assédio eleitoral se caracteriza como a prática de coação, intimidação, ameaça, humilhação ou constrangimento associados a um pleito eleitoral, com o objetivo de influenciar ou manipular o voto, apoio, orientação ou manifestação política de trabalhadores no local de trabalho ou em situações relacionadas ao trabalho. O Ministério Público do Trabalho informou, que a campanha eleitoral desse ano, para prefeitos e vereadores registrou até o dia 19 de setembro, 319 denúncias de assédio eleitoral.

Saiba mais: Marmitas em condições precárias – Condenação

O TRT18 manteve a condenação de uma empresa de fornecimento de concreto a pagar R$ 3 mil em indenização por dano moral a um motorista de betoneira. Ele acionou a Justiça alegando ter recebido alimentação inadequada e sem higiene, inclusive marmitas com larvas de moscas, o que levou à reivindicação por danos morais. Segundo testemunhas, as refeições chegavam ao trabalho por outros motoristas, sem horário definido e, em algumas ocasiões, chegavam frias e sem boa qualidade.

Saiba mais: Empresa têxtil – Descaracterização de força maior

Reprodução: Pixabay.com

A 5ª Turma do TST não admitiu recurso da Textilfio Malhas contra o pagamento de aviso prévio e multa de 40% do FGTS a um grupo de empregados dispensados em 2020. Eles haviam recebido verbas rescisórias a menor sob alegação de força maior em razão da pandemia da covid-19. Contudo, o TST entende que o artigo da CLT que permite pagar metade das verbas rescisórias só vale para motivo de força maior que determine a extinção da empresa, o que não foi o caso.

Saiba mais: Agente de saúde – Devido adicional de insalubridade

A SDI-1 do TST deferiu o adicional de insalubridade a partir de 3/10/2016 a uma agente comunitária de saúde municipal, independentemente de perícia. A decisão foi por maioria, com votos de todos os 14 integrantes da SDI-1. Ao concluir o julgamento, o presidente do TST, ministro Lelio Bentes Correa, salientou que a decisão é uma “evolução da jurisprudência do TST”. Restou entendido que a exposição aos riscos é intrínseca à natureza da atividade desenvolvida por essa categoria, não sendo necessária perícia.

Saiba mais: Equiparação salarial – Pagamento de diferenças

Reprodução: Pixabay.com

O TRT2 manteve decisão que deferiu equiparação salarial à técnica de enfermagem contratada por rede de hospitais. Ela comprovou que foi admitida no mesmo dia que outro empregado, com o mesmo cargo e as mesmas funções, mas com salário 30% menor. A reclamada alegou que havia diferença na produtividade e na perfeição técnica. Nos autos não há prova oral ou documental que confirme as diferenças alegadas, restando apenas a confissão quanto à identidade funcional.

Saiba mais: Assédio sexual – Varejista ignora denúncia

Reprodução: Pixabay.com

A 7ª Turma do TST condenou uma empresa varejista a indenizar uma balconista vítima de assédio sexual de um encarregado. Foi aplicado ao caso o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e estipulou a reparação em R$ 71 mil. Para o relator, a empregada comprovou que foi vítima de assédio sexual e que a empresa, ao não responder adequadamente às denúncias recebidas, corroborou para a manutenção de um meio ambiente de trabalho desequilibrado.

Saiba mais: Carteiro dependente alcóolico – Dispensa por justa causa

Foto: Agência Brasil

A 2ª Turma do TST rejeitou recurso da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos contra a reintegração de um agente de correios que havia sido dispensado por justa causa em razão de muitas faltas injustificadas. Ficou comprovado, no processo, que ele tinha síndrome de dependência do álcool, e, de acordo com a jurisprudência do TST, a doença não é um desvio de conduta. Segundo a sentença, o perito concluiu que o trabalhador estava inapto para o trabalho e que a doença foi determinante para as faltas que resultaram na dispensa.

Saiba mais: Uso de uniforme inadequado – Ameaça a trabalhadora

Decisão da Justiça do Trabalho condenou prestadora de serviços de limpeza a indenizar agente de asseio ameaçada de perder o emprego pela falta de uso do uniforme. A instituição, entretanto, não forneceu vestimenta em tamanho adequado à trabalhadora, que atuava em escola municipal. Segundo a mulher, era alegado que não havia calça da numeração dela. Assim, estava sendo obrigada a usar fardamento apertado. Foi arbitrada condenação no valor de R$ 5 mil.

Saiba mais: Ordem para retirar barba e brinco – Indenização

O TRT2 manteve a indenização por danos morais a fiscal de condomínio que recebeu ordens para que deixasse de usar barba e brinco. Para o desembargador-relator Valdir Florindo, as determinações durante o contrato de trabalho ferem a privacidade e a intimidade do trabalhador. No caso, restou entendido não ser cabível a proibição do uso de barba e brinco, eis que não há interferência nas tarefas exercidas nem nas atividades do tomador dos serviços.

Saiba mais: Frentista de posto de gasolina – Recebimento de nota falsa

Reprodução: Pixabay.com

Um frentista que recebeu uma nota falsa deverá ser ressarcido pelo posto de gasolina em que trabalhou após ter o valor de R$ 50 descontado do salário. A decisão da 8ª Turma do TRT4 foi unânime quanto à impossibilidade do desconto. Os magistrados reformaram, no aspecto, a sentença do juízo de primeiro grau. Somada à indenização por lavagem de uniforme e ao pagamento das frações não gozadas dos intervalos interjornadas mínimos de 11 horas, o valor provisório da condenação é de R$ 10 mil.