CategoriaSaiba mais

1
Saiba mais: Jornadas exaustivas de motorista – Dano existencial
2
Saiba mais: Acúmulo de funções – Trabalhadora terceirizada
3
Saiba mais: Trabalho infantil – Contrato não formalizado
4
Saiba mais: Equiparação salarial – Técnica de enfermagem
5
Saiba mais: Jornadas de sobreaviso – Horas extras
6
Saiba mais: Vendedora de produtos funerários – Comissões não pagas
7
Saiba mais: Promoção para consultora de vendas – Sem reajuste
8
Saiba mais: “Vigilante” menor de idade – Indenização de R$ 70 mil
9
Saiba mais: Covid-19 – Reconhecida como doença do trabalho
10
Saiba mais: Recusa em prestar horas extras – Dispensa motivada

Saiba mais: Jornadas exaustivas de motorista – Dano existencial

Reprodução: Pixabay.com

Jornadas exaustivas que privam o trabalhador do convívio social e familiar configuram dano existencial. A decisão é da 4ª Turma do TRT12 em ação de um carreteiro contra uma transportadora. Disse ele que o contrato foi descumprido devido às longas jornadas às quais era submetido, de até 15h diárias, chegando a ficar afastado da família por 4 meses em 2020. Segundo testemunhas de ambas as partes, a empresa o submetia a viagens de trabalho de 30 a 40 dias, com folgas somente de três a 4 dias em casa.

Saiba mais: Acúmulo de funções – Trabalhadora terceirizada

Reprodução: Pixabay.com

A Justiça do Trabalho determinou o pagamento de adicional por acúmulo de funções, igual a 20% sobre o salário mensalmente quitado, à auxiliar de limpeza de um hospital que, além de cumprir as obrigações contratuais, tinha que lavar a calçada da instituição, carregando máquinas pesadas. A profissional alegou que foi contratada para exercer a função exclusiva de auxiliar de limpeza, passando, posteriormente, a ser obrigada pela contratante a exercer funções diversas das previstas no contrato.

Saiba mais: Trabalho infantil – Contrato não formalizado

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Um estabelecimento foi condenado a indenizar em R$ 15 mil um trabalhador que lhe prestou serviços de empacotador dos 14 aos 17 anos, sem contrato de aprendizagem e sem carteira assinada. O caso foi julgado pela 7ª Turma do TRT9. O Colegiado afirmou que o trabalhador, “lastimavelmente, laborou na condição de trabalho infantil, cuja erradicação é incessantemente buscada no cenário nacional e internacional”. A empresa deverá, ainda, proceder as devidas anotações na CTPS.

Saiba mais: Equiparação salarial – Técnica de enfermagem

Reprodução: Pixabay.com

Uma técnica de enfermagem obteve direito à equiparação salarial com uma colega que exercia as mesmas atividades e recebia salário superior. O cargo da empregada apontada como paradigma era denominado “técnica de enfermagem II”. O da autora era “técnica de enfermagem I”. A 4ª Turma do TRT4 destacou que a existência de algarismos romanos não é impeditivo do direito à equiparação salarial, já que nada revelam sobre o trabalho realizado por seus ocupantes.

Saiba mais: Jornadas de sobreaviso – Horas extras

Reprodução Pixabay

O Banco Banestes foi condenado a pagar horas extras a um coordenador que atendia às demandas de segurança à noite e nos finais de semana. Ele usava o telefone celular corporativo e ficava à disposição para resolver ocorrências de todas as agências do estado. Sua jornada interna era das 9h às 17h, mas, fora desse horário, tanto nos dias úteis quanto nos fins de semana e feriados, trabalhava em regime de sobreaviso.

Saiba mais: Vendedora de produtos funerários – Comissões não pagas

Reprodução: Pixabay.com

A 4ª Turma do TST condenou a Cortel – Implantação e Administração de Cemitérios e Crematórios a pagar a uma vendedora as comissões sobre vendas não faturadas ou canceladas. A empresa não efetuava o pagamento nestas situações, o que motivou a trabalhadora a iniciar o processo judicial.  De acordo com o TST “A transação é consumada quando ocorre acordo entre o comprador e o vendedor, sendo irrelevante o cancelamento posterior”.

Saiba mais: Promoção para consultora de vendas – Sem reajuste

Decisão da 4ª Turma do TRT4 considerou que foram desempenhadas atividades diferentes daquelas originalmente contratadas, sem pagamento da remuneração correspondente. Admitida como repositora, ela recebeu treinamento e foi deslocada para trabalhar como consultora de vendas, atividade que tem remuneração superior. Porém, durante os 3 meses em que trabalhou com vendas, a empregada recebeu o salário de repositora e foi despedida sem receber as diferenças salariais.

Saiba mais: “Vigilante” menor de idade – Indenização de R$ 70 mil

Uma microempresa de serviços administrativos e de escritório foi condenada a pagar R$ 70 mil de danos morais a um trabalhador menor de 18 anos contratado sem vínculo para atuar como vigilante, e que foi desligado sem receber as verbas rescisórias, horas extras nem o seu saldo salarial no valor de R$ 1.500,00. Em um assalto a empresa os ladrões o mantiveram com as mãos amarradas. A sentença determinou o registro na CTPS na função de vigia e o pagamento das verbas, horas extras e indenizações.

Saiba mais: Covid-19 – Reconhecida como doença do trabalho

Reprodução: Pixabay.com

O TRT2 manteve sentença que reconheceu covid-19 como doença do trabalho no caso de chefe de hospital que contraiu o vírus durante o exercício das funções. O Hospital das Clínicas da USP foi condenado a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais. O reclamante, como responsável pelo cadastro geral, marcação de consulta e internação de pacientes, adentrava todo complexo ambulatorial, como Unidade de Terapia Intensiva, Pronto-Socorro e triagem, sendo exposto a diversas patologias.

Saiba mais: Recusa em prestar horas extras – Dispensa motivada

A 6ª Turma do TRT2 manteve a condenação a uma empresa do ramo de horticultura a pagar indenização por danos morais a um trabalhador que foi dispensado após se recusar a prestar horas extras. O trabalhador recusou-se a prestar horas extras pela ausência de condições físicas, visto que apresentava bolhas nas mãos.  Como consequência, foi dispensado pela empregadora com grosserias e xingamentos e teve de caminhar 17 km para retornar à sua residência.