CategoriaSaiba mais

1
Saiba mais: Jogador de futebol – Direito de arena
2
Saiba mais: Mão biônica – Empregada acidentada em triturador
3
Saiba mais: Estacionamento do caminhão após jornada – Longa espera
4
Saiba mais: Motociclista – Vínculo de emprego reconhecido
5
Saiba mais: Caseiro – Vínculo reconhecido com último empregador
6
Saiba mais: Deslocamento – Supressão de horas extras
7
Saiba mais: Morte de empregado – Bala perdida em rodovia
8
Saiba mais: Novo emprego – Não afasta pagamento de aviso prévio
9
Saiba mais: Doceira – Pensão vitalícia, lucros cessantes e danos morais
10
Saiba mais: Doméstica – Horas extras e rescisão indireta do contrato

Saiba mais: Jogador de futebol – Direito de arena

Reprodução: Pixabay.com

A 8ª Turma do TST manteve a improcedência do pedido de um jogador profissional de futebol que pretendia receber diferenças de direito de arena de um time paulistano. O colegiado concluiu que a base de cálculo da parcela se limita à exploração econômica dos direitos desportivos audiovisuais relativos às transmissões dos jogos, não incluindo outras receitas como patrocínios, publicidade, “luvas” e marketing.

Saiba mais: Mão biônica – Empregada acidentada em triturador

Reprodução: Pixabay.com

A SDI-2 do TST determinou à JBS o custeio da aquisição e do implante de uma prótese biônica de mão para uma empregada vítima de acidente de trabalho. Ela sofreu amputação de parte do antebraço direito enquanto limpava um triturador de mortadela que não tinha mecanismo para avisar que estava ligado. Foi concedida tutela de urgência, uma vez que a demora poderia resultar na perda de sensibilidade do coto do braço, tornando impossível a recuperação parcial dos movimentos.

Saiba mais: Estacionamento do caminhão após jornada – Longa espera

Reprodução: pixabay.com

O TRT3 manteve condenação de uma empresa de transporte a pagar indenização por danos morais a um motorista que tinha que esperar por horas para estacionar o caminhão em postos de combustíveis conveniados, ao término da jornada de trabalho. Testemunhas provaram as alegações do trabalhador de que a empresa não possuía garagem para guardar os caminhões e que, por isso, era necessário que fossem estacionados em postos de combustíveis conveniados.

Saiba mais: Motociclista – Vínculo de emprego reconhecido

Reprodução: Pixabay.com

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região reconheceu o vínculo de emprego entre um motociclista e uma empresa que prestava serviços para um aplicativo de entrega de refeições e compras de supermercado. Os magistrados declararam o rompimento do contrato de emprego sem justa causa e determinaram o pagamento de verbas salariais e rescisórias. Também foi fixada a responsabilidade subsidiária do aplicativo, cliente exclusivo da empresa de entregas.

Saiba mais: Caseiro – Vínculo reconhecido com último empregador

Reprodução: Pixabay.com

A 4ª Turma do TST limitou a responsabilidade de um empregador doméstico pelos encargos trabalhistas de um caseiro ao período em que ele ocupou o imóvel como inquilino. Com isso, foi afastada a condenação relativa à época anterior, em que o trabalhador prestara serviço ao proprietário. O entendimento é o de que a sucessão trabalhista (segundo a qual a mudança na propriedade da empresa não atinge os direitos dos empregados) não se aplica ao empregador doméstico.

Saiba mais: Deslocamento – Supressão de horas extras

A SDI-1 do TST reformou decisão que havia declarado a invalidade de uma cláusula coletiva que isentava a empregadora do pagamento das horas de deslocamento. Seguindo o STF em julgamento com repercussão geral (Tema 1046), o colegiado concluiu que direitos trabalhistas não garantidos constitucionalmente podem ser restringidos por meio de negociação coletiva, independentemente da especificação de vantagens compensatórias. Portanto, válida a negociação quanto a horas extras.

Saiba mais: Morte de empregado – Bala perdida em rodovia

Reprodução: Pixabay.com

A 3ª Turma do TST decidiu que um varejista de artigos fotográficos é responsável pela morte de um empregado atingido por dois disparos de arma de fogo enquanto dirigia um carro da empresa numa rodovia. O colegiado destacou que ele estava exercendo atividade de motorista, função para a qual não fora originalmente contratado, e o desvio de função foi crucial para a ocorrência do incidente fatal, que poderia ter sido evitado se o contrato de emprego tivesse sido cumprido corretamente.

Saiba mais: Novo emprego – Não afasta pagamento de aviso prévio

Reprodução: Pixabay.com

A 4ª Turma do TST condenou o Instituto Brasileiro de Gestão Hospitalar a pagar aviso-prévio indenizado a uma analista administrativa. O valor não havia sido pago porque ela havia obtido novo emprego. Mas, segundo o colegiado, para a exclusão da parcela, seria preciso que ela tivesse pedido a dispensa do aviso. A analista pediu a rescisão indireta do contrato de trabalho, equivalente à “justa causa do empregador”, assim, são devidas todas as parcelas rescisórias correspondentes à dispensa imotivada.

Saiba mais: Doceira – Pensão vitalícia, lucros cessantes e danos morais

A 4ª Turma do TRT decidiu que é devida indenização de R$ 10 mil por danos morais, pensão vitalícia e indenização por lucros cessantes a uma doceira que fraturou o punho em um acidente de trabalho. Após a queda na cozinha do restaurante, a trabalhadora fraturou o punho esquerdo. Ela recebeu auxílio previdenciário, posteriormente convertido em aposentadoria por invalidez, em decorrência de complicações.

Saiba mais: Doméstica – Horas extras e rescisão indireta do contrato

Reprodução: Pixabay.com

A 1ª Turma do TRT3 acolheu o pedido de uma empregada doméstica para reconhecer a rescisão indireta do seu contrato de trabalho, em razão da falta de pagamento das horas extras por parte da empregadora. No caso, ficou provado que a doméstica trabalhava em excesso à jornada de 8 horas diárias e 44 horas semanais, mas não recebia pela sobrejornada. Em primeiro houve condenação somente pelo não pagamento das horas extras.